
A Estilo é uma escola das relações. Relações entre cidade e escola, entre famílias, professoras e professores, entre crianças e culturas.
Acreditamos na generosidade, nas intervenções singulares. São elas que afirmam o compromisso de formarmos gente que respeita o próximo, o lugar onde vive, a cultura que nos habita.
A Estilo confia em suas educadoras e seus educadores. E isso é determinante na relação entre escola e família. Comprometemo-nos com a formação continuada de nossas professoras e professores, promovendo um espaço intenso de pesquisa e produção teórica.



Começaríamos dizendo que a Estilo pode ser um sonho. Um sonho que nunca existiu, que foi sonhado na medida em que era vivido. Um sonho que se sonha junto… de professoras, professores, de crianças, de familiares, de pessoas, de estudantes, de representações, de ninguém. Um sonho que adormece quando se vive, que desperta quando se pensa. Mas falar que a Estilo é um sonho é algo muito pessoal, pois é só o nosso sonho narrado. A Estilo é um espaço.
Espaço, aqui e ali… deslocado dos espaços marcados de uma educação por métodos. Ao invés, uma educação que cria espaços e permite que qualquer forma possa habitá-lo. Para habitá-lo, basta frequentá-lo. Espaço para des-encontros, des-entendimentos, des-construções… dimensões. Um espaço de múltiplas línguas. Línguas que se conversam, que se reinventam quando faladas, quando sentidas. Uma língua composta por sons, por palavras, por gestos, por ruídos, por sensações, por composições dissonantes. A Estilo pode ser uma confluência de línguas, de idiomas. Um espaço de coexistência de tudo aquilo que pode ser pensado, compartilhado.
A Estilo pode ser um bando… múltiplos, composta por singularidades reinventadas. Um bando de pessoas emocionadas, em movimento, circulando pelas infinidades. Pessoas que se abrem às incríveis possibilidades de contato, de relação. Um bando nas outras, nos outros, um bando com as outras, com os outros, um bando em nós! Em cada um-estilo que nos compõe.
A Estilo pode ser uma espera…. Uma espera silenciosa, que entende seu tempo, que lê o que não está escrito e o que não pode ser escrito. Uma espera pelo outro, já que estamos em bando. Uma espera que compõe nós-outros. Esperar o outro… Uma espera de algo que vai nos atravessar e nos fazer esperar mais um pouco.
A Estilo pode ser um rascunho. Que se faz figura quando se entende criação. Rascunho de traços, de rabiscos, de letras trocadas, de dimensões inabitadas, de espaços em branco, de espaços cheios… Um rascunho, como uma primeira ideia, uma primeira intenção, um primeiro desejo. Rascunho e garatuja. Um desenho repleto de sentidos, composto por qualquer forma, formas que não importam. Um desenho que se refaz sempre que habitado.A Estilo é nada, pois não se encontra, não é, não pode ser, não se vê… sente-se, apenas. Sentimos sua presença em cada espaço com ausências de nomes, em cada pulso e ritmo dos passos dos inúmeros andarilhos que a atravessam. A Estilo vibra, faz som, produz silêncios, ecoa, inventa sons… dissonantes.
Na Estilo, habitam saberes marginais, vagabundos, periféricos. Saberes que deslizam… plasmam-se, des-formam-se. Saberes ignorantes… ignorâncias. Delírios, alucinações, sonhos, ideias, fabulações, literaturas, devaneios, surrealismos, cubismos, impressionismos.
A Estilo não é de ninguém e é de todo mundo.
A Estilo pode ser escola, mas pode não ser. A Estilo é e existe somente no presente, quando se fala dela, quando se acha que pensa nela. A Estilo não serve para nada… nem para educação, nem para a pedagogia. A Estilo escorre pelos dedos, pelas mãos… vai por terra, seca, evapora. A Estilo chuva-se. A Estilo poema-se. A Estilo musica-se. A Estilo pincela-se. A Estilo palavra-se.
A Estilo se veste de infâncias, bufona-se num devenir babélico. E, assim, os dias passam… e isso que chamamos de Estilo se entrega ao fora, ao hoje… sempre. Dá-se a conhecer a cada dia, num gesto generoso de entrega. De tanto se entregar… desfez-se.


A Estilo se compromete com o presente! Com o momento que cada criança vive. Sabemos que é uma tendência das escolas que têm todos os segmentos nortearem seus caminhos a partir do resultado final do processo escolar, que é o Ensino Médio. Por isso, vemos que, cada vez mais cedo, questões que não pertencem ao universo infantil são antecipadas.
A Educação Infantil e o Fundamental I acabam perdendo seu caráter estrutural, afetivo, de base, para darem lugar a uma espécie de treino que garante os “bons resultados” dos rankings de avaliações externas.
Tanto a Educação Infantil, como o Fundamental I, têm características específicas que não podem ser esquecidas! O afeto na relação com o aprendizado, as possibilidades de conectar temas e assuntos, conteúdos e conceitos, a parceria com as famílias, a capacidade de positivar avaliações sobre o que nos acontece, a maneira ampla de entender os conteúdos tratados, fugindo da lógica que caracteriza inteligência como um saber determinado.
O que queremos, com esses dois segmentos, é criar uma estrutura cognitiva, emocional, afetiva que sustente as escolhas de vida dessas crianças e jovens. O que queremos é promover um acesso às questões mais complexas do conhecimento, de forma a articular com mais elementos o caminho para o saber.
Queremos promover a produção narrativa, seja nos discursos orais, como nos escritos, que estejam conectados com uma boa argumentação, com um poder sintético de transformação, levando em conta as diferenças culturais e sociais, sempre com generosidade e respeito.
E o que percebemos nesses anos, com essa proposta, é que as nossas estudantes e os nossos estudantes dão conta da passagem do quinto ano para o sexto, dão conta de mudar de ambiente, de proposta, pois nossa educação é para o mundo, não para uma escola específica. Aqui, ensinamos as crianças a caminharem sozinhas, reconhecerem seus instrumentos e recursos para lidarem com seus desafios, planejarem, se organizarem no tempo e no espaço para produzirem estudos. Ensinamos elas e eles a se adaptarem ao meio, com respeito e sem perderem a dignidade, e, acima de tudo, a se vincularem às pessoas, valorizando o que cada uma mostra ao mundo e, também, entregando-se à experiência da relação inteiramente!
E as escolhas por outras escolas depois do quinto ano mostram o quanto o nosso trabalho é eficiente, é um projeto de sucesso! As escolas escolhidas são as mais diversas: as que se parecem com o nosso espaço, com a nossa proposta, e as que se diferem, tanto no espaço, como na proposta. Pode ser uma religiosa, uma técnica-tradicional, uma pública, outra com sistema rígido. A história sempre volta em: “Como os anos na Estilo transformaram o meu filho, a minha filha em um cidadão, uma cidadã do mundo, capazes de transitarem pelos espaços e de continuarem criando, aprendendo e transformando”.
A Estilo aposta no processo! Aposta no caminho com começo, meio e com um outro começo. Educação Infantil e Fundamental I como o caminho para se aprender sempre mais! A cada dia, não importa onde! Aqui, mostramos como fazer!


As crianças estão crescendo em um tempo que exige mais do que estava previsto na escola tradicional. Elas precisarão observar, imaginar, criar, se posicionar, se relacionar, compreender sistemas complexos e tomar decisões que impactam a vida.
O modelo comum de especialistas costuma se concentrar em poucas áreas, como artes, educação física e inglês. Na Estilo, a escolha é outra. Ampliamos esse repertório porque entendemos que novas linguagens são necessárias para que a criança desenvolva formas mais complexas de perceber, interpretar e agir.
A pergunta que nos orienta é simples: que experiências uma criança precisa viver hoje para se tornar capaz de estar nesse mundo?
Cada especialista é pensado como uma forma de ampliar a leitura da realidade. Juntos, eles constroem algo maior: a capacidade de compreender um mundo interligado e em constante transformação. É com esse pensamento que organizamos as nossas escolhas.
Queremos crianças que percebam o que antes passava despercebido, façam perguntas que ainda não foram feitas, experimentem caminhos próprios, se relacionem com o outro de forma consciente e construam repertório para lidar com aquilo que ainda não existe.
Cada linguagem abre uma porta e, juntas, ampliam as possibilidades.
Aqui, a criança não aprende apenas sobre o mundo, aprende a estar nele.
Porque é assim que se aprende.
E é assim que se constrói essa nova forma de existir.

Perceber o mundo como campo de experiência e criação
Especialista Isabel Monteiro
Na Estilo, o trabalho com as Artes não se organiza como uma prática voltada à produção de resultados, se constrói como um campo de investigação em que as crianças ampliam a forma como percebem, experimentam e produzem sentidos.
Na Educação Infantil, essa linguagem compõe o cotidiano de forma integrada. Isabel atua como percursionista: participa do trabalho com a coordenação e com os educadores, ampliando o repertório dos adultos e construindo propostas que atravessam as experiências dos Grupos.
No Ensino Fundamental, as Artes ganham um espaço próprio de aprofundamento no Ateliê. As crianças são convidadas a investigar materiais, explorar linguagens, sustentar perguntas e construir trajetos de criação. O desenho, a pintura, a construção, o som e o movimento aparecem como formas de pensar e de se relacionar com o mundo.
Nesse percurso, as Artes se afirmam como linguagem que não busca respostas rápidas, mas que abre espaço para a experiência. A criança observa, experimenta, tenta, erra, refaz e descobre. Aprende que criar envolve tempo, atenção e disponibilidade para o que ainda não está dado.
Por que as artes são tão importantes na infância?
Porque as artes ampliam a forma de perceber e produzir sentidos no mundo.
As crianças vivem em um tempo marcado por excesso de informações, imagens prontas e respostas imediatas. Desenvolver um olhar sensível, atento e autoral se torna uma dimensão essencial da formação.
Ao entrar em contato com as artes, a criança aprende a:
- observar com mais atenção
- escutar o que não é imediato
- experimentar diferentes materiais
- sustentar uma investigação
- expressar o que percebe e sente
- construir sentidos próprios
As artes oferecem exatamente isso: um campo em que percepção, imaginação e criação se encontram.
Ao desenhar, pintar, construir, experimentar sons ou explorar materiais, as crianças desenvolvem sensibilidade, criatividade e autonomia. A arte amplia repertório não apenas pelo contato com diferentes linguagens, mas porque ensina a criança a olhar o mundo de outras formas.
As artes conectam as crianças ao mundo real
Na Estilo, entendemos que a experiência artística nasce da relação com o mundo. O que se vive, se observa e se sente atravessa o fazer no Ateliê e retorna como criação.
As artes aproximam as crianças dos autores, dos materiais, dos gestos, dos processos e das transformações. Essa relação concreta é essencial para que a experiência não se reduza a ideias abstratas.
A arte é experiência, presença, tempo e relação.
Ao explorar materiais, acompanhar processos e sustentar investigações, a criança constrói um vínculo mais profundo com aquilo que faz e com aquilo que percebe.
As artes educam – e protegem – o futuro
Em um mundo orientado pela velocidade, pela produtividade e resposta imediata, a experiência artística preserva algo essencial: a capacidade de parar, observar, imaginar e criar.
Ao cultivar esse espaço, a Estilo protege a sensibilidade, a curiosidade e a potência criativa das crianças.
As artes formam pessoas capazes de:
- olhar com atenção
- imaginar possibilidades
- criar novas formas de expressão
- produzir sentidos próprios
- se relacionar com o mundo de forma mais sensível e consciente
Essa formação não se limita ao campo artístico, ela atravessa todas as dimensões da vida.
Artes é linguagem, experiência, sensibilidade, criação, repertório e imaginação.
Por isso, na Estilo, as Artes:
- atravessam o cotidiano na Educação Infantil, por meio do trabalho com os educadores
- ganham aprofundamento no Ateliê, no Ensino Fundamental
- se constroem na relação entre percepção, experiência e criação
- e se tornam uma forma da criança produzir sentidos sobre si, sobre o outro e sobre o mundo
Mais do que formar artistas, queremos formar pessoas capazes de perceber, imaginar e criar.
Porque é assim que se aprende.
E é assim que se amplia a experiência de existir.
Aprender no encontro, no ritmo e na história
Especialista André Miguel
Na Estilo, a Capoeira se apresenta como uma linguagem que reúne corpo, cultura e relação. Mais do que uma prática corporal, ela se constrói, com o André, como um campo de experiência em que as crianças entram em contato com o outro, com a história e com o próprio corpo em movimento.
Na Educação Infantil, a Capoeira compõe a rotina dos Grupos como experiência direta com as crianças. As aulas acontecem por meio de jogos, movimentos e propostas que convidam à participação, à escuta e ao encontro.
No Ensino Fundamental, essa linguagem se aprofunda como prática cultural e relacional. A roda se organiza como espaço coletivo em que ritmo, atenção e presença se tornam fundamentais. As crianças aprendem a perceber o tempo, a responder aos sinais e a se situar em relação ao outro.
Nesse percurso, a Capoeira se afirma como linguagem que acontece na relação. O jogo só existe quando há encontro. Cada gesto, cada movimento, cada canto se constrói no diálogo entre os corpos e na escuta do coletivo.
Por que a capoeira é tão importante na infância?
Porque a capoeira ensina algo fundamental: aprender com o outro e em relação.
As crianças vivem em um mundo que, muitas vezes, valoriza a individualidade e o desempenho. A Capoeira apresenta outra lógica: o aprendizado acontece no encontro, no ritmo compartilhado e na construção coletiva.
Ao participar da roda, a criança aprende a:
- olhar o outro
- esperar o tempo certo
- responder ao que acontece
- perceber limites
- cuidar de si e do outro
- se posicionar no coletivo
A Capoeira oferece exatamente isso: um campo em que corpo, escuta e relação se constroem juntos.
Ao jogar, cantar, ouvir o berimbau e participar da roda, as crianças desenvolvem atenção, coordenação, presença e consciência relacional. A Capoeira amplia repertório porque ensina a criança a estar com o outro e a se reconhecer nessa relação.
A Capoeira conecta as crianças ao mundo real
Na Estilo, entendemos que aprender envolve se relacionar com o mundo e com a cultura que o constitui. A Capoeira aproxima as crianças de uma prática cultural viva, que carrega história, resistência e criação.
Essa relação acontece de forma concreta: no corpo, no ritmo, na música, na roda.
A Capoeira é jogo, cultura, presença e encontro.
Ao vivenciar essa linguagem, a criança entra em contato com formas de organização coletiva, com tradições culturais e com modos de existir que fazem parte da história do Brasil.
A Capoeira educa – e protege – o futuro
A Capoeira carrega em si uma história de criação, resistência e construção coletiva. Ao entrar em contato com essa prática, as crianças acessam valores que atravessam o tempo: respeito, escuta, presença e cuidado com o outro.
Ao cultivar essas experiências, a Estilo forma pessoas capazes de:
- se relacionar com respeito
- reconhecer limites
- atuar em grupo
- valorizar a cultura
- e construir relações mais conscientes
Essa formação não se limita ao corpo ou ao movimento, ela se estende à forma como cada criança aprende a estar no mundo.
Capoeira é linguagem, cultura, corpo, relação, ritmo e presença.
Por isso, na Estilo, a Capoeira:
- acontece como experiência direta com as crianças desde a Educação Infantil
- se aprofunda no Ensino Fundamental como prática cultural e relacional
- se constrói no encontro entre corpos, ritmos e histórias
- e se torna uma forma da criança se relacionar com o outro e com o mundo
Mais do que ensinar movimentos, queremos formar pessoas que saibam estar em relação.
Porque é assim que se aprende.
E é assim que se constrói o coletivo.
Investigar o mundo como forma de existir
Especialista Alex Barros
Na Estilo, o ensino de Ciências não é apenas um componente curricular, é uma forma de as crianças se relacionarem com o mundo, compreenderem fenômenos, ampliarem repertórios e cultivarem um olhar investigativo que as acompanhará pela vida.
Na Educação Infantil, essa linguagem compõe o cotidiano de forma própria. Alex atua como percursionista: participa do trabalho com a coordenação e com os educadores, ampliando o repertório dos adultos e construindo propostas que atravessam as experiências dos Grupos. Assim, a investigação científica chega às crianças integrada às brincadeiras, às explorações e aos Temas em andamento.
No Ensino Fundamental, Ciências está presente tanto nos Discursos Relacionais, em que histórias, geografias e modos de conhecer se entrelaçam, quanto nas aulas com o Alex, que convida as crianças à experimentação, à curiosidade e à pesquisa.
Dentro dos Discursos Relacionais, ciências aparece integrada às narrativas humanas: como os povos explicaram os fenômenos, como construíram saberes, como observaram a natureza ao longo da história. As crianças compreendem que ciência não nasce pronta: é tecida por culturas, imaginações, perguntas e tentativas. Essa perspectiva amplia seus repertórios e as coloca em contato com a longa história de como a humanidade buscou entender o mundo.
Nas aulas com o Alex, a ciência ganha corpo, luz e movimento. A criança experimenta, pergunta, registra, compara, testa e descobre. Não trabalhamos com caixas pretas, truques ou explicações mágicas. Cada experimento é transparente, simples e concreto para que a criança veja, toque e compreenda o que está acontecendo. Assim, ela aprende que ciência é método, mas é também espanto, curiosidade e encantamento.
Por que as ciências são tão importantes na infância?
Porque a ciência ensina algo fundamental: lidar com o desconhecido.
As crianças vivem em um século marcado por transformações profundas: ambientais, tecnológicas, sociais e culturais. Crescerão em um mundo permeado por inteligência artificial, biotecnologias, nanotecnologia, mudanças climáticas, robótica e uma avalanche de informações. Nesse contexto, decorar conteúdos não basta. É preciso saber:
- fazer perguntas
- observar com atenção
- desconfiar do óbvio
- propor hipóteses
- sustentar uma ideia
- rever uma conclusão
- e olhar para o mundo com curiosidade e responsabilidade
A Ciência oferece exatamente isso: um conjunto de ferramentas cognitivas e emocionais para compreender a complexidade do presente.
Ao investigar a luz, descobrir fluorescências, observar mudanças, explorar o Quintal como laboratório ou relacionar fenômenos naturais à história da humanidade, as crianças praticam imaginação, criatividade e independência intelectual.
A ciência amplia repertório não apenas porque revela conhecimentos, mas porque ensina a criança a pensar, e a pensar diferente.
Ciências conectam as crianças ao mundo real
Na Estilo, acreditamos profundamente que as crianças precisam se relacionar com o mundo, não apenas com símbolos. O ensino de Ciências aproxima as crianças da natureza, dos fenômenos, das transformações da matéria, do tempo, da luz, do clima, do solo e da vida. Essa relação sensível e concreta é essencial para a formação humana.
Ciências é experiência, presença, corpo e relação.
Ciências educam – e protegem – o futuro
As grandes transformações da humanidade nasceram da ciência básica, da curiosidade e da investigação simples. Cada descoberta que mudou o mundo começou com a pergunta de alguém que observou um detalhe e decidiu investigar.
Ao proteger a curiosidade das crianças, ao oferecer espaço para experimentar, ao convidá-las a olhar o cotidiano como campo de investigação, a Estilo está formando as mentes que serão capazes de imaginar, interpretar e propor caminhos no futuro.
Ciências é linguagem, investigação, cultura, repertório, criatividade e sensibilidade.
Por isso, na Estilo, Ciências:
- atravessa o currículo
- se expressa nos Discursos Relacionais
- ganha corpo com o especialista Alex
- e se torna uma forma da criança estar no mundo
Mais do que formar futuros cientistas, queremos formar pessoas curiosas, críticas, criativas e conectadas à vida, capazes de olhar para o mundo e perguntar “por quê?”, “como?”, “e se…?”.
Porque é assim que se aprende.
E é assim que se transformam futuros.
Conhecer o mundo a partir da experiência do corpo
Especialistas: Dani Rocha-Rosa e Marcelo Lujan
Na Estilo, o trabalho com Corpo e Movimento se constrói como um campo de investigação em que o corpo aparece como lugar de percepção, expressão e aprendizagem. Mais do que desenvolver habilidades motoras, essa linguagem amplia a forma como as crianças se reconhecem e se relacionam com o mundo.
Na Educação Infantil, Corpo e Movimento compõe a rotina dos Grupos como experiência direta com as crianças. As propostas convidam a explorar gestos, ritmos, equilíbrios, deslocamentos e formas de expressão, criando um campo em que o aprender acontece no corpo e na relação.
No Ensino Fundamental, esse trabalho se aprofunda como investigação mais consciente das possibilidades corporais. Nas aulas com os especialistas, as crianças ampliam a percepção sobre respiração, equilíbrio, articulações e expressividade, construindo uma relação mais atenta e autônoma com o próprio corpo.
Nesse percurso, o corpo deixa de ser apenas suporte e passa a ser linguagem. A criança percebe, sente, experimenta, organiza e expressa. Aprende que o corpo participa de tudo o que vive e de tudo o que aprende.
Por que o corpo e o movimento são tão importantes na infância?
Porque o corpo é a primeira forma de conhecer o mundo.
Antes da palavra, antes da abstração, a criança experimenta o mundo com o corpo. É por meio do movimento, do gesto, do toque e da presença que constrói suas primeiras relações e compreensões.
Ao entrar em contato com essa linguagem, a criança aprende a:
- perceber o próprio corpo
- reconhecer limites
- organizar ações
- desenvolver atenção
- expressar-se de diferentes formas
- relacionar-se com o outro
Corpo e Movimento oferece exatamente isso: um campo em que percepção, ação e expressão acontecem de forma integrada.
Ao explorar movimentos, jogos e propostas corporais, as crianças desenvolvem presença, autonomia e consciência de si. O corpo amplia repertório porque permite que a criança compreenda o mundo a partir da própria experiência.
Corpo e movimento conecta as crianças ao mundo real
Na Estilo, entendemos que aprender envolve presença. O trabalho com o corpo aproxima as crianças da experiência concreta, do aqui e agora, daquilo que se sente e se vive.
Essa relação acontece de forma direta: no movimento, na respiração, no equilíbrio, no encontro com o outro.
Corpo e Movimento é experiência, presença, percepção e relação.
Ao se movimentar, ao explorar gestos e ao participar de jogos coletivos, a criança constrói uma relação mais consciente com o espaço, com o outro e consigo mesma.
Corpo e movimento educa – e protege – o futuro
Em um mundo marcado pela aceleração e pela dispersão, cultivar a presença no corpo se torna uma dimensão essencial da formação.
Ao desenvolver atenção, consciência corporal e capacidade de se autorregular, as crianças constroem recursos importantes para lidar com os desafios do presente e do futuro.
Corpo e Movimento forma pessoas capazes de:
- estar presentes
- reconhecer limites
- regular suas ações
- cuidar de si e do outro
- se expressar com autonomia
Essa formação atravessa todas as dimensões da vida.
Corpo e Movimento é linguagem, experiência, percepção, presença, expressão e relação.
Por isso, na Estilo, Corpo e Movimento:
- acontece como experiência direta com as crianças desde a Educação Infantil
- se aprofunda no Ensino Fundamental como investigação do corpo
- se constrói na relação entre perceber, agir e se expressar
- e se torna uma forma da criança se reconhecer e se relacionar com o mundo
Mais do que desenvolver movimentos, queremos formar pessoas conscientes de si, do outro e do espaço que habitam.
Porque é assim que se aprende.
E é assim que se constrói presença.
Pensar o mundo como algo que pode ser transformado
Especialista Daniel Barone
Na Estilo, o ensino de Design não é apenas um componente curricular, é uma forma de as crianças compreenderem que o mundo construído é resultado de escolhas, decisões e intenções. Ao entrar em contato com o Design, elas passam a perceber que tudo o que existe (objetos, embalagens, estruturas, serviços e sistemas) foi pensado por alguém e pode ser transformado.
Na Educação Infantil, essa linguagem compõe o cotidiano de forma própria. Dani atua como percursionista: participa do trabalho com a coordenação e com os educadores, ampliando o repertório dos adultos e construindo propostas que atravessam as experiências dos Grupos.
No Ensino Fundamental, o Design ganha espaço como campo específico de investigação. Nas aulas com o Dani, as crianças são convidadas a observar, analisar e intervir no mundo construído. Ao investigar embalagens, desmontar objetos, explorar materiais, trabalhar com upcycling e criar novas soluções, desenvolvem a capacidade de compreender como as coisas são pensadas e como podem ser recriadas.
Nesse percurso, o Design aparece como linguagem que articula pensamento e ação. A criança observa, desenha, testa, constrói, erra, refaz e transforma. Aprende que projetar envolve intenção, responsabilidade e consciência sobre os impactos das escolhas que fazemos.
Por que o design é tão importante na infância?
Porque o Design ensina algo fundamental: compreender que o mundo pode ser pensado e transformado.
As crianças vivem cercadas por objetos, serviços e sistemas, mas raramente são convidadas a perceber como eles foram criados. Ao entrar em contato com o Design, passam a desenvolver um olhar mais atento, crítico e responsável sobre aquilo que utilizam no cotidiano.
Nesse contexto, não basta apenas usar, é preciso saber:
- observar como algo foi feito
- compreender sua função e seus materiais
- perceber suas escolhas e impactos
- imaginar outras possibilidades
- propor soluções
- transformar o que já existe
O Design oferece exatamente isso: um conjunto de ferramentas para pensar o mundo construído de forma consciente.
Ao planificar um objeto, desmontar uma estrutura, transformar materiais descartados ou criar novas soluções, as crianças desenvolvem pensamento espacial, criatividade e autonomia. O Design amplia repertório porque revela que tudo pode ser pensado de outro modo – e que cada escolha produz efeitos no mundo.
Design conecta as crianças ao mundo real
Na Estilo, entendemos que aprender envolve se relacionar com o mundo concreto. O Design aproxima as crianças dos objetos e serviços que fazem parte da sua vida cotidiana, permitindo compreender sua forma, função, materialidade e impacto.
Essa relação não acontece de forma abstrata, ela passa pelo corpo, pelas mãos, pela experimentação.
O Design é construção, investigação, erro, tentativa e transformação.
Ao desmontar, construir, observar e recriar, a criança se aproxima de uma compreensão mais ampla do mundo em que vive. Passa a perceber que os objetos não são neutros e que cada decisão de projeto envolve implicações ambientais, sociais e culturais.
Design educa – e protege – o futuro
As formas como produzimos, consumimos e descartamos objetos impactam diretamente o planeta. E o design sustentável está no centro dessas decisões.
Ao entrar em contato com conceitos como reutilização, ressignificação de materiais, upcycling e economia circular, as crianças desenvolvem uma relação mais consciente com os recursos e com o ambiente.
Ao mesmo tempo, aprendem que projetar não é apenas criar algo novo, mas pensar nas consequências do que se cria.
Ao cultivar esse olhar desde cedo, a Estilo forma pessoas capazes de fazer escolhas mais responsáveis, de propor soluções mais cuidadosas e de imaginar caminhos mais sustentáveis para o futuro.
Design é linguagem, criação, investigação, responsabilidade, repertório e consciência.
Por isso, na Estilo, o Design:
- atravessa o cotidiano na Educação Infantil, por meio do trabalho com os educadores
- ganha corpo no Ensino Fundamental, com o especialista Dani
- se constrói na relação entre pensar e fazer
- e se torna uma forma da criança compreender e transformar o mundo construído
Mais do que formar designers, queremos formar pessoas capazes de olhar para o mundo e perceber que ele pode ser recriado.
Porque é assim que se aprende.
E é assim que se constroem futuros.
Ampliar o tempo para compreender o presente e imaginar o que ainda não existe
Especialista Aline Alegria
Na Estilo, o estudo de Futuros se constrói como um campo de investigação que amplia a relação das crianças com o tempo. Mais do que projetar cenários distantes, essa linguagem convida a compreender o presente em sua complexidade e a reconhecer que o futuro se constrói a partir das escolhas que fazemos hoje.
O Estudo de futuros é uma disciplina inovadora, que já está na agenda mundial, no Fórum econômico mundial, na Unesco.
Com essa iniciativa pioneira, a Estilo de Aprender foi a primeira escola de Ensino Fundamental I na América Latina, desde 2022, a adotar Alfabetização de Futuros na sua grade curricular, ampliando o repertório das crianças para pensar os desafios do mundo contemporâneo.
As aulas de Futuros organizam um percurso que atravessa a história do universo, o surgimento da vida na Terra e os sistemas que sustentam o planeta. A partir desse caminho, as crianças entram em contato com questões contemporâneas e ampliam seu repertório para pensar os desafios e as possibilidades do mundo que vem.
Nesse percurso, o futuro deixa de ser um destino e passa a ser um campo de possibilidades. A criança observa, investiga, relaciona e imagina. Aprende que o mundo está em transformação constante e que cada ação participa de uma rede maior de relações.
Por que o estudo de futuros é tão importante na infância?
Porque compreender o futuro envolve aprender a lidar com a complexidade do presente.
As crianças crescem em um tempo marcado por transformações aceleradas: mudanças climáticas, avanços científicos, novas tecnologias e reorganizações sociais. Nesse contexto, não se trata de prever o que vai acontecer, mas de desenvolver a capacidade de compreender relações, reconhecer padrões e imaginar possibilidades.
Ao estudar Futuros, a criança aprende a:
- perceber conexões entre diferentes fenômenos
- compreender sistemas interdependentes
- relacionar passado, presente e futuro
- imaginar cenários possíveis
- refletir sobre escolhas e consequências
- participar da construção do mundo
O estudo de Futuros oferece exatamente isso: um campo em que conhecimento, imaginação e responsabilidade se encontram.
Ao investigar a história da vida, observar sistemas naturais, compreender fluxos e imaginar cenários, as crianças desenvolvem pensamento sistêmico, criatividade e consciência sobre o mundo em que vivem.
O estudo de Futuros conecta as crianças ao mundo real
Na Estilo, entendemos que o futuro não se constrói distante da realidade, ele nasce da compreensão profunda do presente.
O futuro se constrói no presente, por meio das nossas escolhas. O estudo de Futuros aproxima as crianças dos grandes temas que atravessam o mundo contemporâneo: clima, tecnologia, biodiversidade, energia, sistemas vivos e organização da vida no planeta.
Essa relação acontece de forma investigativa e concreta.
Futuros é observação, relação, imaginação e construção.
Ao compreender como o mundo funciona, a criança amplia sua capacidade de pensar sobre ele, de se posicionar diante das transformações que acontecem e de atuar como um agente transformador.
O estudo de Futuros educa – e protege – o futuro
O futuro não é algo dado, se constrói a partir das escolhas humanas.
Ao desenvolver a capacidade de imaginar cenários, compreender impactos e reconhecer interdependências, as crianças constroem uma relação mais consciente com o mundo.
O estudo de Futuros forma pessoas capazes de:
- pensar de forma sistêmica
- imaginar possibilidades
- avaliar consequências
- propor caminhos
- agir com responsabilidade
Essa formação atravessa dimensões científicas, sociais, ambientais e éticas.
É uma escolha educacional comprometida com o mundo que está por vir.
Futuros é linguagem, investigação, imaginação, repertório, relação e responsabilidade.
Por isso, na Estilo, o estudo de Futuros:
- se organiza como campo de investigação
- articula conhecimento científico, observação e imaginação
- se constrói na relação entre compreender e projetar
- e se torna uma forma da criança participar da construção do mundo
Mais do que prever o futuro, queremos formar pessoas capazes de imaginá-lo e construí-lo.
Porque é assim que se aprende.
E é assim que se criam possibilidades.
Ampliar a escuta para se relacionar com o mundo
Especialista Nath Calan
Na Estilo, a Música se apresenta como uma linguagem que amplia a escuta, a sensibilidade e a expressão das crianças. Mais do que cantar canções, ela se constrói como um campo de investigação em que som, corpo e relação se encontram.
Na Educação Infantil, as aulas de Música compõem a rotina dos Grupos como experiência direta com as crianças. As propostas organizam encontros em que ritmo, melodia, intensidade, tempo e silêncio são vividos no corpo, na voz e na relação com o outro.
Nesse percurso, a música se afirma como linguagem que acontece na escuta e na participação. A criança canta, experimenta, cria, observa e responde. Aprende que o som organiza o encontro, cria vínculos e amplia formas de expressão.
Por que a música é tão importante na infância?
Porque a Música amplia a escuta e organiza a relação com o mundo.
As crianças constroem suas primeiras experiências a partir dos sons: vozes, ritmos, silêncios, repetições. A música organiza essas percepções e amplia a forma como a criança se expressa e se relaciona.
Ao entrar em contato com essa linguagem, a criança aprende a:
- escutar com atenção
- perceber ritmos e variações
- expressar-se pela voz e pelo corpo
- participar de experiências coletivas
- criar a partir do som
- reconhecer o silêncio como parte da experiência
A música oferece exatamente isso: um campo em que escuta, expressão e relação se constroem juntas.
Ao cantar, explorar sons, brincar com ritmos e experimentar instrumentos, as crianças desenvolvem linguagem, atenção, sensibilidade e presença. A música amplia repertório porque organiza a percepção e abre caminhos para novas formas de expressão.
Música conecta as crianças ao mundo real
Na Estilo, entendemos que o som está em toda parte. A música aproxima as crianças do mundo por meio da escuta: dos sons do corpo, dos objetos, do ambiente e das relações.
Essa experiência acontece de forma concreta, no fazer, no ouvir e no participar.
Música é escuta, corpo, ritmo e relação.
Ao perceber que diferentes materiais produzem sons, que o silêncio também comunica e que o ritmo organiza o coletivo, a criança amplia sua forma de perceber o mundo e de se situar nele.
Música educa – e protege – o futuro
Em um mundo marcado pelo excesso de estímulos e pela dispersão, desenvolver a escuta se torna uma capacidade essencial.
Ao cultivar atenção, sensibilidade e presença, a música forma pessoas capazes de se relacionar com mais qualidade consigo mesmas, com o outro e com o ambiente.
A música forma crianças que:
- escutam com atenção
- participam do coletivo
- se expressam com autonomia
- percebem nuances
- constroem vínculos
Essa formação atravessa todas as dimensões da vida.
Música é linguagem, escuta, expressão, relação, sensibilidade e presença.
Por isso, na Estilo, a Música:
- acontece como experiência direta com as crianças
- se constrói na relação entre escutar, experimentar e criar
- organiza o encontro por meio do som e do ritmo
- e se torna uma forma da criança se expressar e se relacionar com o mundo
Mais do que ensinar canções, queremos formar pessoas que escutam, participam e criam.
Porque é assim que se aprende.
E é assim que se constroem relações.
Percorrer o currículo para ampliar experiências
Na Estilo, algumas linguagens não chegam às crianças como aulas fixas, elas percorrem o currículo.
Chamamos de percursionistas os especialistas que atuam junto aos educadores, ampliando o repertório dos adultos e participando da construção das experiências vividas pelas crianças.
Esse trabalho acontece em parceria com a coordenação e com os professores de cada Grupo. Os percursionistas observam, escutam, propõem, investigam e constroem caminhos que atravessam o cotidiano da escola. A partir desse movimento, as linguagens chegam às crianças integradas às brincadeiras, aos projetos e às investigações em andamento.
Assim, o aprender não se organiza em momentos isolados, mas se distribui ao longo do dia, nas experiências que se constroem no tempo da infância.
Na Educação Infantil, as Ciências, o Design e as Artes acontecem dessa forma.
- Alex Barros, nas Ciências, amplia o olhar investigativo sobre o mundo natural, fortalecendo a curiosidade, a observação e a construção de perguntas.
- Dani Barone, no Design, aproxima o fazer das crianças dos processos de criação, da experimentação de materiais e das escolhas envolvidas em projetar.
- Isabel Monteiro, nas Artes, atravessa o cotidiano com propostas que ampliam a sensibilidade, a expressão e a produção de sentidos.
Cada percursionista traz um campo de investigação que se integra ao trabalho pedagógico, criando novas camadas de experiência sem fragmentar o cotidiano.
Esse modo de atuação fortalece o trabalho coletivo, qualifica as propostas e amplia as possibilidades de aprendizagem.
Porque, na Estilo, aprender acontece no percurso.



Tudo começa com uma adaptação. Estabelecer vínculos, sentir-se seguro, segura, confiar em si e no outro, na outra. Descobertas – do que consigo fazer sozinho e sozinha, das amigas, dos amigos, das cores e misturas, das letras, dos números. Desafios – frente ao novo e ao desconhecido, às mudanças, ao crescimento, à despedida. Independência – dos pais, das mães, das professoras, dos professores. Amizades – para a vida, durante uma brincadeira, na imaginação.
Faz-de-conta, culinária, experiência, ateliê, roda, lanche, rede, chuveirão, “marquinha”, horta, bolinha de sabão, guarda-tudo, capoeira, música, pesquisa, biblioteca, giz, canetinha, são os novos companheiros das crianças dentro da Estilo. Fazem parte e constroem uma nova vida. Nossa intenção é que perdurem por tempos na memória, na história de cada um que por aqui passa…

E, para entender melhor como pensamos, organizamos um Documento Curricular para a Educação Infantil. Esse documento orienta a ação, reflexão e avaliação do grupo de educadoras e educadores para garantir que o nosso trabalho seja adequado ao grupo e aos indivíduos que o compõem. Para isso, já que optamos por uma organização escolar que se dá por meio da separação de Grupos, estabelecemos possíveis relações conceituais entre diferentes linguagens, lembrando sempre que tais reflexões são móveis e abertas a cada criança e Grupo, fugindo, portanto, de avaliações normatizadoras e homogeneizadoras.

O horário de funcionamento da Escola é das 7h às 19h.
Seguem abaixo os horários de entrada e saída das nossas estudantes e dos nossos estudantes da Educação Infantil:
Período matutino: das 8h00 às 12h00
Período vespertino: das 13h15 às 17h15
A Estilo oferece a possibilidade de compormos um período integral, caso seja a necessidade da família. Quer saber mais? É só nos procurar para conversarmos!

Com o intuito de organizar as diferentes expressões do conhecimento, sugerimos os seguintes agrupamentos:
– Expressões Orais
– Expressões Escritas
– Expressões Matemáticas
– Discursos Relacionais (histórias, geografias e ciências)
– Expressões Plásticas (desenho, pintura, recorte, marcenaria, cerâmica, gravura)
– Expressões Musicais (repertório, instrumentos, canto, brincadeiras)
– Corpos e seus Movimentos (expressões corporais, danças brasileiras e capoeira)


O Ensino Fundamental da Escola Estilo de Aprender dá continuidade e apresenta novas ideias no que se refere à concepção de educação para esse segmento. Propomos uma costura interessante com a Educação Infantil em relação às possibilidades relacionais entre professoras-estudantes, professores-estudantes e estudantes-conceitos. Abrimos espaços para que diferentes culturas invadam e ampliem as relações entre as diferentes disciplinas. A ideia é possibilitar às estudantes e aos estudantes experiências significativas com os processos de pesquisas e estudos para que acessem diferentes formas de entender, significar, inventar e reinventar o mundo.

Levando em conta as múltiplas transformações vivenciadas pelas estudantes e pelos estudantes no que se refere à leitura, às relações estabelecidas com o mundo e por cada núcleo cultural do qual pertencem, elaboramos um ensino que procura compartilhar com a estudante e o estudante a responsabilidade de suas produções e autorias de conhecimentos, oferecendo-lhes a possibilidade de, constantemente, relacionarem diferentes conceitos, debaterem pontos de vistas, estabelecerem trocas conceituais, exploraem o mundo por meio de diferentes linguagens (artes, músicas, literaturas, danças, fotografias…), dentre outras ferramentas, alargando, assim, as posições especialistas impostas pelas disciplinas, tal como as conhecemos.

Nosso objetivo é formar estudantes que se impliquem com o conhecimento de maneira a produzirem outros saberes na relação entre o conteúdo aprendido e as suas vivências pessoais e/ou coletivas. Consideramos fundamental a relação entre as áreas de conhecimento estabelecidas pela Escola para que a produção conceitual não se limite ou se engesse apenas à sala de aula. A Escola passa a ter parceiras e parceiros de trabalho. Seu espaço se amplia para espaços externos (casa, parques, museus, ruas etc.), e procuramos envolver outros sujeitos nesse caminho (familiares, amigas, amigos, vizinhas, vizinhos, artistas, personagens etc.). A educação, assim, ganha novos ares e um sentido circulante. Ganha emoção, ganha envolvimento, cores e movimento.

A expressão é a fonte do nosso trabalho: gestos, sons, silêncios, palavras, letras, números, textos, abraços, risos, choros são meios/caminhos de conhecermos e de nos implicarmos com o mundo que nos cerca. Dessa forma, qualquer atividade experienciada na Escola não se restringe a uma ação isolada. Comunicação torna-se afeto à medida que alguém é afetado por ela. E, para entender melhor como organizamos os conteúdos e práticas para o Fundamental, estruturamos um currículo que se orienta pelos seguintes tópicos: • Estruturas e Literaturas da Língua Portuguesa • Matemáticas • Histórias • Geografias • Ciências • Expressões Plásticas (desenho, pintura, recorte, marcenaria, cerâmica, gravura) • Expressões Musicais (repertório, instrumentos, canto, brincadeiras) • Corpos e seus Movimentos (expressões corporais, danças brasileiras e capoeira).

O horário de funcionamento da Escola é das 7h às 19h.
Seguem abaixo os horários de entrada e saída das nossas estudantes e dos nossos estudantes do Ensino Fundamental:
Vespertino: das 13h00 às 17h30
Matutino: das 7h30 às 12h00
A Estilo oferece a possibilidade de compormos um período integral, caso seja a necessidade da família. Quer saber mais? É só nos procurar para conversarmos!
UMA EDUCAÇÃO… UM ESPAÇO… CONCEITOS
Cada espaço, cada material, atividade, intervenção e postura são pensados para oferecer a oportunidade de reflexão e de provocar experiências, que são particulares e intransferíveis e que permanecem por toda a vida.
Para atender às demandas das estudantes e dos estudantes, a Escola pensou em espaços amplos e equipados. Assim, elas e eles podem criar uma postura questionadora a partir de pesquisas autônomas e orientadas. Podem se relacionar com os espaços de forma organizada e prazerosa, interferir no mesmo imprimindo suas questões e sua forma de ser e de se socializar com as colegas e os colegas livremente, não somente pelas diversas situações de comunicação oral, mas também pelas outras linguagens, sejam elas plásticas, musicais ou corporais. As áreas do conhecimento que trabalhamos procuram ampliar as relações culturais. Não queremos que a jovem e o jovem passem por aqui apenas como aluna e aluno.
O aprendizado não dura somente o período escolar, vai além dele. Ensinar e desafiar a jovem e o jovem para que construam uma postura crítica frente ao que se deparam. Fazer com que encontrem e criem recursos para interferir em seu meio, tornando-se sujeitos de suas ações. Os conceitos trabalhados durante o percurso das estudantes e dos estudantes no Ensino Fundamental são norteadores para que essa postura crítica seja construída. Dessa forma, sua relação com o saber se torna mais duradoura e criativa. Entendemos espaços de aprendizagem como todo e qualquer espaço que possa ser interferido, seja com um olhar ou com uma ação. Pensar na organização desse tempo-espaço e em sua possibilidade formativa é mais uma ferramenta importante que a Escola adota como desafio. Contamos com amplas salas de aula que permitem às nossas estudantes e aos nossos estudantes uma outra forma de se relacionar com as colegas e os colegas e com os saberes.
Dentro de um espaço arejado e bem iluminado, organizamos nosso tempo por meio de diversos “cantos” e temas de trabalho que ganham forma a partir de produções individualizadas e coletivas. Nossos instrumentos de multimídia são muito importantes nesse processo porque enriquecem ainda mais as vivências escolares das nossas estudantes e dos nossos estudantes. Dentro da sala de aula do Ensino Fundamental da Estilo de Aprender, contamos com diversos espaços ambientes, além de espaços externos distribuídos pela Escola.
POSSIBILIDADES DE AVALIAÇÃO
A avaliação do estudante se dá de forma ampla e contínua. Abrimos a possibilidade de entender o processo de ensino-aprendizagem a partir de novas perspectivas. Para tanto, levamos em conta o estudante na sua singularidade, procurando vê-lo ao longo de seu percurso de aprendizagem, sua participação nas diferentes atividades, os resultados contemplados em relação aos objetivos gerais e objetivos específicos definidos para cada período do ano letivo.
Pensamos e refletimos também acerca da sua postura de estudante em outros ambientes sociais e analisamos sua frequência nas aulas. O estudante também é autor nesse processo, e o faz a partir de uma autoavaliação criada por ele próprio. Todos os caminhos que constituem nossos processos avaliativos são compartilhados com as famílias.


PROFESSORAS E PROFESSORES