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QUEM SOMOS

Educação é relação. Escola é o espaço onde as relações acontecem.
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A Estilo é uma escola das relações. Relações entre cidade e escola, entre famílias e professores, entre crianças e culturas.
Acreditamos na generosidade, nas intervenções singulares. São elas que afirmam o compromisso de formarmos gente que respeita o próximo, o lugar onde vive, a cultura que nos habita.
A Estilo confia em seus educadores. E isso é determinante na relação entre escola e família. Comprometemo-nos com a formação continuada de nossos professores, promovendo um espaço intenso de pesquisa e produção teórica.

2014 08-301Começaria dizendo que a Estilo pode ser um sonho. Um sonho que nunca existiu, que foi sonhado na medida em que era vivido. Um sonho que se sonha junto… de professores, de crianças, de pais, de mães, de pessoas, de estudantes, de representações, de ninguém. Um sonho que adormece quando se vive, que desperta quando se pensa. Mas falar que a Estilo é um sonho é algo muito pessoal, pois é só o meu sonho narrado. A Estilo é um espaço.
Espaço, aqui e ali… deslocado dos espaços marcados de uma educação por métodos. Ao invés, uma educação que cria espaços e permite que qualquer forma possa habitá-lo. Para habitá-lo, basta frequentá-lo. Espaço para des-encontros, des-entendimentos, des-construções… dimensões. Um espaço de múltiplas línguas. Línguas que se conversam, que se reinventam quando faladas, quando sentidas. Uma língua composta por sons, por palavras, por gestos, por ruídos, por sensações, por composições dissonantes. A Estilo pode ser uma confluência de línguas, de idiomas. Um espaço de coexistência de tudo aquilo que pode ser pensado, compartilhado.
A Estilo pode ser um bando… múltiplos, composta por singularidades reinventadas. Um bando de pessoas emocionadas, em movimento, circulando pelas infinidades. Pessoas que se abrem às incríveis possibilidades de contato, de relação. Um bando nos outros, um bando com os outros, um bando em nós! Em cada um-estilo que nos compõe.
A Estilo pode ser uma espera…. Uma espera silenciosa, que entende seu tempo, que lê o que não está escrito e o que não pode ser escrito. Uma espera pelo outro, já que estamos em bando. Uma espera que compõe nós-outros. Esperar o outro… Uma espera de algo que vai nos atravessar e nos fazer esperar mais um pouco.

A Estilo pode ser um rascunho. Que se faz figura quando se entende criação. Rascunho de traços, de rabiscos, de letras trocadas, de dimensões inabitadas, de espaços em branco, de espaços cheios… Um rascunho, como uma primeira ideia, uma primeira intenção, um primeiro desejo. Rascunho e garatuja. Um desenho repleto de sentidos, composto por qualquer forma, formas que não importam. Um desenho que se refaz sempre que habitado.

A Estilo é nada, pois não se encontra, não é, não pode ser, não se vê… sente-se, apenas. Sentimos sua presença em cada espaço com ausências de nomes, em cada pulso e ritmo dos passos dos inúmeros andarilhos que a atravessam. A Estilo vibra, faz som, produz silêncios, ecoa, inventa sons… dissonantes.
Na Estilo, habitam saberes marginais, vagabundos, periféricos. Saberes que deslizam… plasmam-se, des-formam-se. Saberes ignorantes… ignorâncias. Delírios, alucinações, sonhos, ideias, fabulações, literaturas, devaneios, surrealismos, cubismos, impressionismos.
A Estilo não é de ninguém e é de todo mundo.
A Estilo pode ser escola, mas pode não ser. A Estilo é e existe somente no presente, quando se fala dela, quando se acha que pensa nela. A Estilo não serve para nada… nem para educação, nem para a pedagogia. A Estilo escorre pelos dedos, pelas mãos… vai por terra, seca, evapora. A Estilo chuva-se. A Estilo poema-se. A Estilo musica-se. A Estilo pincela-se. A Estilo palavra-se.
A Estilo se veste de infâncias, bufona-se num devenir babélico. E, assim, os dias passam… e isso que chamamos de Estilo se entrega ao fora, ao hoje… sempre. Dá-se a conhecer a cada dia, num gesto generoso de entrega. De tanto se entregar… desfez-se.

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Marcelo Cunha Bueno

PROFESSORESPROFESSORES AUXILIARESEQUIPE DE APOIO

Nossa principal preocupação com os educadores que trabalham na Escola é um estudo que está mais ligado ao pensar do que ao fazer. Queremos tirar a imagem de escola que só fala de coisas práticas, queremos atribuir a ela um sentido mais sensível, relacionado com as múltiplas possibilidades de aprendizagem que a experiência pode nos proporcionar. Ir ao teatro, ao cinema, a espetáculos, a museus, ler livros, fazer opções culturais, é fundamental para que criemos e consolidemos uma cultura. A produção de um repertório depende dessa abertura e disposição.

Pensamos numa nova cultura profissional que não se restringe somente à prática da docência, mas que se amplia para além das questões educativas de sala de aula, como: a participação na elaboração da proposta educativa da escola; um olhar atento na consolidação de repertórios conceituais pessoais e coletivos dos estudantes; a criação de situações de aprendizagem a todos os estudantes; o concebimento, realização, análise e avaliação de situações didáticas, mediando os caminhos de aprendizagem nas diferentes atmosferas do conhecimento; a promoção e participação da integração da escola com as famílias. Para atender a esta concepção, é preciso criar um espaço de produção e de circulação intelectuais. Por isso, pensamos que a escola deve se responsabilizar pela ampliação dos caminhos culturais de seus habitantes.

Temos como principais ações formativas de nossos educadores: a) Subsidiar a formação continuada dos professores, tanto em nosso estabelecimento de ensino, promovendo cursos e eventos culturais, como em outros estabelecimentos com uma proposta de ensino que amplie o repertório cultural e se aproxime dos temas tratados em nossa Escola; b) Realizar uma formação intensa em reuniões pedagógicas coletivas semanais, em que são abordados temas que não se restringem à pedagogia ligada à psicologia do desenvolvimento, tal como os meios acadêmicos praticam, mas que caminham por territórios da filosofia, literatura, cinema e política.

Esses encontros são planejados pela Coordenação Pedagógica, que produziu uma didática chamada de “Reuniões Pedagógicas da Experiência”. Promovemos, ainda, uma formação individual em encontros quinzenais, em que são discutidas questões referentes à sala de aula e às relações dos estudantes com os conceitos; c) Proporcionar a todos os nossos professores a oportunidade de trabalharem na Teia de Saberes – Espaço de Estudos em educação da Estilo de Aprender, ministrando cursos e palestras a educadores das redes Pública e Particular de ensino, a familiares da Escola e a demais interessados. d) Participar dos Grupos de estudo promovidos pela Estilo de Aprender, que têm como tema a problematização das palavras de ordem na educação, mediante a ampliação do repertório conceitual dos envolvidos.

A Estilo é composta por pessoas. Pessoas que querem e precisam fazer da escola e da educação um espaço diferente, para além de classificações, determinações, fragmentações. Depois de um tempo, descobrimos que cada um dos habitantes desse lugar-escola criou formas de trabalho, intervenções peculiares, avaliações singulares que dão a cara e a alma da Estilo. Por isso, as pessoas que entram na escola para trabalhar precisam de um tempo. Tempo de conhecer e reconhecer.

Os nossos professores auxiliares são mais do que professores em formação… são professores em aproximação. Aproximação de uma proposta, de ideias, de pessoas, de geografias espaciais e relacionais em uma escola que se interessa por possibilitar novos enlaces, dobras, atmosferas em educação, nesse tempo vagaroso, que é o de cada um. Aproximar-se de uma escola que acredita que ser professor é escolher. Uma escolha sensível, que permeia emoções, estudos, culturas, vontades e necessidades. Algumas salas de aula contam com esse professor também. Ele é responsável pelo planejamento, intervenções e avaliações das atividades e dos estudantes, juntamente com o professor de sala.

Em muitos momentos, divide a sala de aula com o professor e se responsabiliza por atividades de artes, corpo, matemáticas, culturas e literaturas. Participa formalmente das reuniões pedagógicas e dos grupos de estudo da Estilo.

O principal trabalho da equipe de Apoio da Estilo é auxiliar, organizar e oferecer suporte ao professor em qualquer atividade proposta.

São responsáveis pela higiene dos estudantes (como trocar fralda, levar ao banheiro, auxiliar na alimentação, ajudar a escovar os dentes), além de organizar previamente as salas e os materiais para que professores e estudantes possam realizar as atividades.

Oferecemos às Apoios (como as chamamos) a oportunidade de participar de cursos de formação gratuitos realizados aqui na Escola.

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A Estilo se compromete com o presente! Com o momento que cada criança vive. Sabemos que é uma tendência das escolas que têm todos os segmentos nortearem seus caminhos a partir do resultado final do processo escolar, que é o Ensino Médio. Por isso, vemos que, cada vez mais cedo, questões que não pertencem ao universo infantil são antecipadas.

A Educação Infantil e o Fundamental I acabam perdendo seu caráter estrutural, afetivo, de base, para darem lugar a uma espécie de treino que garante os “bons resultados” dos rankings de avaliações externas.

Tanto a Educação Infantil, como o Fundamental I, têm características específicas que não podem ser esquecidas! O afeto na relação com o aprendizado, as possibilidades de conectar temas e assuntos, conteúdos e conceitos, a parceria com as famílias, a capacidade de positivar avaliações sobre o que nos acontece, a maneira ampla de entender os conteúdos tratados, fugindo da lógica que caracteriza inteligência como um saber determinado.

O que queremos, com esses dois segmentos, é criar uma estrutura cognitiva, emocional, afetiva que sustente as escolhas de vida dessas crianças e jovens. O que queremos é promover um acesso às questões mais complexas do conhecimento, de forma a articular com mais elementos o caminho para o saber.

Queremos promover a produção narrativa, seja nos discursos orais, como nos escritos, que estejam conectados com uma boa argumentação, com um poder sintético de transformação, levando em conta as diferenças culturais e sociais, sempre com generosidade e respeito.

E o que percebemos nesses anos, com essa proposta, é que os nossos estudantes dão conta da passagem do quinto ano para o sexto, dão conta de mudar de ambiente, de proposta, pois nossa educação é para o mundo, não para uma escola específica. Aqui, ensinamos o sujeito a caminhar sozinho, reconhecer seus instrumentos e recursos para lidar com seus desafios, planejar, se organizar no tempo e no espaço para produzir estudos. Ensinamos o sujeito a se adaptar ao meio, com respeito e sem perder a dignidade, e, acima de tudo, a se vincular às pessoas, valorizando o que cada uma mostra ao mundo e, também, entregando-se à experiência da relação inteiramente!

E as escolhas por outras escolas depois do quinto ano mostram o quanto o nosso trabalho é eficiente, é um projeto de sucesso! As escolas escolhidas são as mais diversas: as que se parecem com o nosso espaço, com a nossa proposta, e as que se diferem, tanto no espaço, como na proposta. Pode ser uma religiosa, uma técnica-tradicional, uma pública, outra com sistema rígido. A história sempre volta em: “Como os anos na Estilo transformaram o meu filho, a minha filha em um cidadão do mundo: esse capaz de transitar pelos espaços e de continuar criando, aprendendo e transformando”.

A Estilo aposta no processo! Aposta no caminho com começo, meio e com um outro começo. Educação Infantil e Fundamental I como o caminho para se aprender sempre mais! A cada dia, não importa onde! Aqui, mostramos como fazer!

EDUCAÇÃO INFANTIL

 

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Tudo começa com uma adaptação. Estabelecer vínculos, sentir-se seguro, confiar em si e no outro. Descobertas – do que consigo fazer sozinho, dos amigos, das cores e misturas, das letras, dos números. Desafios – frente ao novo e ao desconhecido, às mudanças, ao crescimento, à despedida. Independência – dos pais, das mães, dos professores. Amizades – para a vida, durante uma brincadeira, na imaginação.

Faz-de-conta, culinária, experiência, ateliê, roda, lanche, rede, chuveirão, “marquinha”, horta, bolinha de sabão, guarda-tudo, capoeira, música, pesquisa, biblioteca, giz, canetinha, são os novos companheiros das crianças dentro da Estilo. Fazem parte e constroem uma nova vida. Nossa intenção é que perdurem por tempos na memória, na história de cada um que por aqui passa…

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E, para entender melhor como pensamos, organizamos um Documento Curricular para a Educação Infantil. Esse documento orienta a ação, reflexão e avaliação do grupo de educadores para garantir que o nosso trabalho seja adequado ao grupo e aos indivíduos que o compõem. Para isso, já que optamos por uma organização escolar que se dá por meio da separação de Grupos, estabelecemos possíveis relações conceituais entre diferentes linguagens, lembrando sempre que tais reflexões são móveis e abertas a cada criança e Grupo, fugindo, portanto, de avaliações normatizadoras e homogeneizadoras.

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Com o intuito de organizar as diferentes expressões do conhecimento, sugerimos os seguintes agrupamentos:

  • Expressões Orais
  • Expressões Escritas
  • Expressões Matemáticas
  • Discursos Relacionais (histórias, geografias e ciências)
  • Expressões Plásticas (desenho, pintura, recorte, marcenaria, cerâmica, gravura)
  • Expressões Musicais (repertório, instrumentos, canto, brincadeiras)
  • Corpos e seus Movimentos (expressões corporais, danças brasileiras e capoeira)

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O horário de funcionamento da Escola é das 7h às 19h.

Seguem abaixo os horários de entrada e saída dos nossos estudantes:

…da Educação Infantil:

Período matutino: das 8h00 às 12h00

Período vespertino: das 13h15 às 17h15

A Estilo oferece a possibilidade de compormos um período integral, caso seja a necessidade da família. Quer saber mais? É só nos procurar para conversarmos!

Para cada Grupo, estabelecemos, ao longo da relação, objetivos gerais que norteiam o trabalho do professor com os seus estudantes. Vale lembrar que esses objetivos não são, de forma alguma, metas de trabalho, mas são encarados como desafios possíveis para uma criança. Não existe uma ruptura entre os anos seguintes, já que encaramos a relação do estudante com o conhecimento não de forma estanque e cumulativa. Sempre podemos aprender de forma diferente ao que já havíamos aprendido!

Vale a pena ressaltar que, por acreditarmos que uma relação de confiança e afeto pode fazer a diferença na hora de experimentar as novidades e descobertas a respeito de um conceito ou conteúdo, os professores e demais funcionários da Escola preocupam-se em criar um ambiente gostoso e acolhedor.

Podemos contemplar os nossos objetivos de duas formas: trabalhando por meio de temas ou motivos de trabalho e por meio de atividades diretas.

TEMAS OU MOTIVOS DE TRABALHOATIVIDADES DIRETASTEMPO E TRABALHOBRINCARDESENHO, LINGUAGENS, GARATUJAS, TRAÇOS ARTES DO CORPOCAPOEIRAMÚSICAARTES VISUAIS LETRAMENTO, LEITURAS E ESCRITURASTRABALHO COM AS FAMÍLIAS
Este tipo de trabalho pode ser sugerido pelos estudantes ou pelo professor. O Grupo traça um esquema de conteúdos e conceitos que quer tratar e o professor coloca os diferentes objetivos por meio de atividades, contemplando diferentes leituras de mundo. Assim, deslocamos a ideia de se aprender “sobre” e assumimos a função de aprender e ensinar “com”. Os temas podem variar de Grupo para Grupo, de período para período, pois seguem a dinâmica e os acordos entre professores e estudantes. Podem tratar de assuntos sobre questões cotidianas, surgidos de conversas sobre reportagens, histórias, fatos marcantes, ou serem relacionados com temas que envolvam histórias (Egito, Grécia, Roma, mitologia, Brasil etc.), ciências (animais, fenômenos naturais, plantas etc.) ou outras questões com as quais possamos relacionar as diferentes áreas. A partir de um tema de trabalho, podemos abordar as questões centrais de matemáticas, estruturas e literaturas da língua portuguesa, músicas, corpo, artes.  
As atividades diretas complementam o trabalho dos professores no sentido de ampliar e de aprofundar os conteúdos curriculares específicos de cada Grupo. Vale lembrar que são atividades elaboradas pelos professores e atendem diretamente às questões individuais e coletivas de seus estudantes.  
Consideramos fundamental que os estudantes construam uma relação duradoura com suas produções, percebam os diversos movimentos de suas próprias criações e como esse percurso modifica o produto final. ISSO É AVALIAR! Para isso, ao longo da semana, desprendemos de um tempo para que nossos estudantes possam pensar e se dedicar as suas produções. Dessa forma, respeitamos as singularidades existentes na relação estabelecida frente ao conhecimento. 

O faz-de-conta, os jogos, as brincadeiras em grupos e as brincadeiras individuais são recursos fundamentais para que as crianças desenvolvam capacidades importantes para entender e significar o mundo. A partir da brincadeira, a criança socializa, imita, imagina, interage, utilizando e experimentando as regras e os papéis sociais. Ao brincar, a criança expressa, comunica e reelabora suas experiências vividas, aprendendo sobre si mesma e sobre os significados culturais do meio em que está inserida. Entendemos que a brincadeira representa, nesse sentido, um avanço para crescer.

Ao mesmo tempo, brincando, a criança constrói um mundo próprio, um mundo novo, aberto às possibilidades imaginativas, criativas, incertas e inúteis de compor a infância. Há, aqui, uma brincadeira que não exige explicações e intervenções pedagógicas. Uma brincadeira que se abre à poesia, às invenções e à liberdade de apenas ser infantil nas experiências do aqui e agora.

É, nesse sentido, que localizamos a brincadeira mais próxima ao campo da poesia, da filosofia e da criação.

Assim como a fala, a escrita, a dança e os gestos, entendemos o desenho como uma linguagem. Linguagem que a criança descobre no prazer do gesto e na possibilidade de deixar uma marca. Gestos e marcas que permitem cores, que contam histórias, que se fazem presentes. A criança experimenta com a fala, com o corpo, com o desenho. Explora, brinca com essas linguagens… Dá forma, conteúdo, transforma-se a partir dela. E, como todas as linguagens, o desenho também quer dizer, quer comunicar, quer contar algo. É assim que, da mesma forma que a palavra (inicia-se solta, desconectada, descontextualizada), o desenho se transforma: das garatujas às bolinhas… das bolinhas às primeiras figuras humanas… das figuras humanas aos personagens criados, às árvores, castelos, cachorros, aos detalhes… O desenho ganha forma e cor e passa a expressar para o mundo dizeres da gente.  
A maior parte das escolhas didáticas utilizadas nas aulas de Artes do Corpo provém da linguagem da Dança. No entanto, a finalidade maior dessas aulas não é produzir dança. A proposta é fazer um trabalho de iniciação artística na área da linguagem corporal, dar espaço e suporte para que o estudante possa se movimentar livremente, experimentar o próprio corpo sem certo ou errado, proporcionar outros padrões perceptivos, sair da rotina de percepção que estigmatiza e engessa a linguagem corporal. Nesse sentido, as aulas de Artes do Corpo são um tempo durante a semana em que o estudante volta seu olhar, suas sensações e suas criações para o próprio corpo, para os corpos que o acompanham num determinado espaço e para o espaço em que as aulas acontecem.  
Entendemos a Capoeira como manifestação cultural, apresentando-se, enquanto linguagem, como produtora de sentidos e possibilitando a tessitura de interpretações diversas, a partir da reflexão sobre a origem, as vertentes e os possíveis diálogos com a sociedade de maneira geral. Por meio das cantigas populares e das cantigas características da capoeira, o estudantes vivenciam os gestos corporais específicos, golpes, movimentos, musicalidade, além de dialogarem com as brincadeiras infantis. A brincadeira não é um meio, é um fim, visto que não objetivamos fomentar capacidades e habilidades nos estudantes, mas sim estabelecer relações e possibilitar que esses teçam suas interpretações sobre a capoeira a partir de seu capital cultural.  
Nossa proposta musical encontra uma equipe criativa e disposta a buscar e experimentar alternativas, de forma planejada, propiciando a transdisciplinaridade entre as linguagens artísticas e o espaço garantido para a especificidade da linguagem musical. Como diria o músico e educador Hans Joaquim Koellreuter, que estabeleceu como meta da sua pedagogia musical o desenvolvimento pleno, a formação integral do indivíduo por meio da música, “o professor não deve ensinar nada, e sim fornecer objetos e instrumentos que soem para que as crianças o conquistem. Deve propiciar oportunidades para a investigação e a pesquisa experimental da voz e, simultaneamente, dos instrumentos”. Entendemos a necessidade de ter clara uma perspectiva metodológica, planejar as aulas, os conteúdos a serem trabalhados, objetivos, recursos didáticos etc. Tudo isso numa perspectiva pedagógica aberta ao acontecimento. Ao que flui em cada agrupamento, a cada novo dia. O planejamento passa pelas relações individuais e coletivas, e está ligado transversalmente por meio de todo o currículo escolar.  
A linguagem das artes visuais nos ajuda a compreender, comunicar e nos aproximar do mundo. Por meio dela, as crianças traçam um percurso de criação e construção individual que envolve escolhas, experiências pessoais, aprendizagens, afetos e parcerias. Nossa proposta, no trabalho de artes, permeia atitudes apreciativas, contemplativas, críticas, de respeito e de ampliação de repertório. 
Desde a mais tenra idade, as crianças vivenciam vários eventos de letramento. Proporcionamos um contato diário com diversos portadores de escrita: livros de histórias, reportagens de jornais e revistas, receitas, letras de músicas, cartas etc. Ler e escrever para proporcionar suspiros com letras, respiros profundos com pontos, desgostos com frases e saberes com as composições. Criança aprende a escrever quando as letras deixam de ter o peso das palavras que querem significar. Cada um lê o mundo de forma diferente e merece ser respeitado por isso. Alfabetização é um longo caminho, que não começa com a decodificação das letras e nem termina quando aprendemos a lê-las. Aprende bem quem lê e escreve muito. É importante proporcionar para a criança momentos de escrita, vários. Uma escrita livre, para “soltar a mão” e a imaginação… Escrever espelhado, de ponta-cabeça, com letras trocadas, faz parte da conquista da escrita.  
Investimos na parceria entre casa e Escola. Incentivamos a participação efetiva dos familiares desde a adaptação da criança na Estilo até a sua formação. Promovemos o contato direto entre as famílias e professores para que, não só conversem e opinem a respeito de suas(seus) filhas(os), mas também esclareçam dúvidas sobre os conteúdos trabalhados em sala de aula. Acreditamos que essa relação promove uma parceria duradoura e saudável e que beneficia a vida escolar de nossos estudantes. 

 

 

A ESTILO

Na Estilo, temos terra! Temos árvores de frutas! Temos areia! Temos bananeira e chuveirão!
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Na Estilo, temos muito espaço! Temos salas gostosas e arejadas! Na Estilo, temos o cuidado com os detalhes. São eles que compõem o todo, que convidam o olhar a passear pelas diferentes culturas.
Na Estilo, temos autoria na construção dos espaços! Cada um que nos atravessa deixa suas marcas. O espaço é o lugar onde a educação circula!
E, pelos espaços, acontecem:
Música, expressão corporal, capoeira, artes plásticas, culinárias… e brincadeiras, muita brincadeira! Estudos em grupo, desenhos de observação, contemplação… leituras ao pé das árvores, conversas ao pé do ouvido… EDUCAÇÃO!

 

ENSINO FUNDAMENTAL

O Ensino Fundamental da Escola Estilo de Aprender dá continuidade e apresenta novas ideias no que se refere à concepção de educação para esse segmento. Propomos uma costura interessante com a Educação Infantil em relação às possibilidades relacionais entre professores-estudantes e estudantes-conceitos. Abrimos espaços para que diferentes culturas invadam e ampliem as relações entre as diferentes disciplinas. A ideia é possibilitar aos estudantes experiências significativas com os processos de pesquisas e estudos para que acessem diferentes formas de entender, significar, inventar e reinventar o mundo.

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Levando em conta as múltiplas transformações vivenciadas pelos estudantes no que se refere à leitura, às relações estabelecidas com o mundo e por cada núcleo cultural do qual pertencem, elaboramos um ensino que procura compartilhar com o estudante a responsabilidade de suas produções e autorias de conhecimentos, oferecendo-lhe a possibilidade de, constantemente, relacionar diferentes conceitos, debater pontos de vistas, estabelecer trocas conceituais, explorar o mundo por meio de diferentes linguagens (artes, músicas, literaturas, danças, fotografias…), dentre outras ferramentas, alargando, assim, as posições especialistas impostas pelas disciplinas, tal como as conhecemos.

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Nosso objetivo é formar estudantes que se impliquem com o conhecimento de maneira a produzirem outros saberes na relação entre o conteúdo aprendido e as suas vivências pessoais e/ou coletivas. Consideramos fundamental a relação entre as áreas de conhecimento estabelecidas pela Escola para que a produção conceitual não se limite ou se engesse apenas à sala de aula. A Escola passa a ter parceiros de trabalho. Seu espaço se amplia para espaços externos (casa, parques, museus, ruas etc.), e procuramos envolver outros sujeitos nesse caminho (familiares, amigos, vizinhos, artistas, personagens etc.). A educação, assim, ganha novos ares e um sentido circulante. Ganha emoção, ganha envolvimento, cores e movimento.

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A expressão é a fonte do nosso trabalho: gestos, sons, silêncios, palavras, letras, números, textos, abraços, risos, choros são meios/caminhos de conhecermos e de nos implicarmos com o mundo que nos cerca. Dessa forma, qualquer atividade experienciada na Escola não se restringe a uma ação isolada. Comunicação torna-se afeto à medida que alguém é afetado por ela. E, para entender melhor como organizamos os conteúdos e práticas para o Fundamental, estruturamos um currículo que se orienta pelos seguintes tópicos: • Estruturas e Literaturas da Língua Portuguesa • Matemáticas • Histórias • Geografias • Ciências • Expressões Plásticas (desenho, pintura, recorte, marcenaria, cerâmica, gravura) • Expressões Musicais (repertório, instrumentos, canto, brincadeiras) • Corpos e seus Movimentos (expressões corporais, danças brasileiras e capoeira).

 

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O horário de funcionamento da Escola é das 7h às 19h.

Seguem abaixo os horários de entrada e saída dos nossos estudantes:

…do Ensino Fundamental:

Vespertino: das 13h00 às 17h30

Matutino: das 7h30 às 12h00

A Estilo oferece a possibilidade de compormos um período integral, caso seja a necessidade da família. Quer saber mais? É só nos procurar para conversarmos!

Entendemos o espaço escolar e a educação como sendo um cuidado com o indivíduo que está sob nossa responsabilidade. Cuidar e educar caminham juntos dentro da Escola, e estão implicados em todas as nossas reflexões pedagógicas sobre a construção do sujeito.

Cuidado começa na forma como organizamos os espaços, como formamos os professores, acolhemos as famílias, encaramos parcerias, conversamos com nossos estudantes, tratamos os assuntos e as questões de cada um e de como nos relacionamos com o tempo. A sala de aula é tempo e espaço.

UMA EDUCAÇÃO… UM ESPAÇO… CONCEITOSPOSSIBILIDADES DE AVALIAÇÃO

Cada espaço, cada material, atividade, intervenção e postura são pensados para oferecer a oportunidade de reflexão e de provocar experiências, que são particulares e intransferíveis e que permanecem por toda a vida.

Para atender às demandas dos estudantes, a Escola pensou em espaços amplos e equipados. Assim, os estudantes podem criar uma postura questionadora a partir de pesquisas autônomas e orientadas. Podem se relacionar com os espaços de forma organizada e prazerosa, interferir no mesmo imprimindo suas questões e sua forma de ser e de se socializar com os colegas livremente, não somente pelas diversas situações de comunicação oral, mas também pelas outras linguagens, sejam elas plásticas, musicais ou corporais. As áreas do conhecimento que trabalhamos procuram ampliar as relações culturais. Não queremos que o jovem passe por aqui apenas como aluno.

O aprendizado não dura somente o período escolar, vai além dele. Ensinar e desafiar o jovem para que construa uma postura crítica frente ao que se depara. Fazer com que encontre e crie recursos para interferir em seu meio, tornando-se sujeito de suas ações. Os conceitos trabalhados durante seu percurso no Ensino Fundamental são norteadores para que essa postura crítica seja construída. Dessa forma, sua relação com o saber se torna mais duradoura e criativa. Entendemos espaços de aprendizagem como todo e qualquer espaço que possa ser interferido, seja com um olhar ou com uma ação. Pensar na organização desse tempo-espaço e em sua possibilidade formativa é mais uma ferramenta importante que a Escola adota como desafio. Contamos com amplas salas de aula que permitem aos nossos estudantes uma outra forma de se relacionar com os colegas e com os saberes.

Dentro de um espaço arejado e bem iluminado, organizamos nosso tempo por meio de diversos “cantos” e temas de trabalho que ganham forma a partir de produções individualizadas e coletivas. Nossos instrumentos de multimídia são muito importantes nesse processo porque enriquecem ainda mais as vivências escolares dos nossos estudantes. Dentro da sala de aula do Ensino Fundamental da Estilo de Aprender, contamos com diversos espaços ambientes, além de espaços externos distribuídos pela Escola.

A avaliação do estudante se dá de forma ampla e contínua. Abrimos a possibilidade de entender o processo de ensino-aprendizagem a partir de novas perspectivas. Para tanto, levamos em conta o estudante na sua singularidade, procurando vê-lo ao longo de seu percurso de aprendizagem, sua participação nas diferentes atividades, os resultados contemplados em relação aos objetivos gerais e objetivos específicos definidos para cada período do ano letivo.

Pensamos e refletimos também acerca da sua postura de estudante em outros ambientes sociais e analisamos sua frequência nas aulas. O estudante também é autor nesse processo, e o faz a partir de uma autoavaliação criada por ele próprio. Todos os caminhos que constituem nossos processos avaliativos são compartilhados com as famílias.

 

 

TEIA DE SABERES

PROGRAMAÇÃO 1º SEMESTRE 2017Experiências com ArtesALTA TECNOLOGIA HUMANA – Improviso, palhaçaria e autonomia criativaCURRÍCULO – estudos e olhares sobre os discursos de poder na escolaMais Informações

ESPAÇO DE ESTUDO PARA EDUCADORES DA ESTILO DE APRENDER

A Teia de Saberes da Estilo de Aprender funciona desde a abertura da Escola. Nossa proposta sempre foi trabalhar a educação em diferentes segmentos, atingindo uma rede ampla de pessoas que estão envolvidas direta e indiretamente com educação.
As escolas devem assumir seu papel diante de uma nova estrutura social, que necessita de espaços onde sua cultura é produzida e discutida.
O embasamento teórico do profissional da educação deve ser amplo para lhe dar movimento frente às ações pedagógicas. Por ter essa concepção, formamos grupos de estudos que têm como objetivos principais a ampliação de repertório por meio de leituras e debates, discussões sobre concepções teóricas, tematizações das diferentes práticas e intervenções pontuais em relatos de vivências.
A Estilo de Aprender oferece gratuitamente a professores de escolas públicas e particulares a oportunidade de participar desta formação. Os temas debatidos apoiam-se em reflexões e criações em educação.
Nossa equipe é formada pelos professores da nossa Escola, que têm a oportunidade de experimentar outras vivências, ampliando seus horizontes e dando outras perspectivas dentro de sua profissão.
Todos os cursos oferecidos possuem carga horária de 8 horas, divididas em oito encontros semanais.
Esse é o nosso espaço reflexivo de formação! Se estiver interessado em participar desse grupo, entre em contato!

O curso propõe encontros entre a escola e a arte. A poética, as subjetividades, a autoria, a interrelação entre linguagens e ações colaborativas presentes na produção artística contemporânea dialogam com o ato criador dos professores e professoras.

Em cada encontro, mergulhamos no universo das Artes Visuais, por meio de produções de ateliê, pesquisa de materiais e reflexões sobre o diálogo entre arte e vida!

Professora: Diana Tubenchlak Peres

Quartas-feiras, dias 15/03, 05/04, 03/05 e 07/06

Horário: das 19h30 às 22h00.

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Descondicionar é um ato de coragem porque implica na renúncia do território conhecido. Isso é um risco. Risco porque viver conscientemente num estado de criação nos coloca em exposição! Isto pode gerar um medo de perder a conexão afetiva com quem nos rodeia e importa.

Vamos exercitar o método da criação autoral, partindo da investigação de quem somos e como nos expressamos. Acreditamos que um ser que exercita a sua autonomia criativa torna-se ativo e autônomo, gerando uma relação potente com a criança… com a vida. Neste movimento, o educador e a criança estabelecem uma relação afetiva via presença de espírito. É uma atitude positiva e altruísta, um exercício essencial pra uma vida profissional longa e feliz!

Proposta – A mandala é: Natureza humana, encontro, interação e experiência. A perspectiva de que nós, seres humanos, nascemos para o encontro é um pilar para nós, que fazemos deste fato um ato criativo. O encontro com qualquer coisa que temos contato passa a ser uma experiência criativa!

A experiência é prática, livre e intuitiva. Nasce e acontece pela presença de espírito. Este será o nosso exercício! Por meio de ferramentas do improviso, da música e da palhaçaria, vamos exercitar, ouvir o que temos de criativo dentro de nós, desenvolver as ideias, estruturar e colocar em prática por meio da percepção, da presença de espírito.

Fomentar educadores vivos, autônomos e criativos é o caminho de um núcleo alegre e potente. Assim, podemos olhar para dentro de nós, e, generosamente, validar nossas experiências, criando um dia-a-dia conectado com o todo. Isso é alta Tecnologia Humana!

Professores: Álvaro Lages e Lú Lopes (Palhaça Rubra)

Quintas feiras, dias 30/03, 27/04, 25/05 e 08/06, das 19h00 às 22h00.

10 vagas

O curso pretende deslocar o olhar sobre a educação pensada a partir das reflexões produzidas pelas pedagogias que tomam como base a psicologia do desenvolvimento. Apresentaremos outras possibilidades de viver e de refletir uma educação geradora de potência criativa e mais leve do ponto de vista relacional. Caminhando pelas tendências educacionais ao longo dos tempos, rascunharemos rotas de fuga e de escape que problematizam e evidenciam os dispositivos de poder e de controle praticados pela escola. Planejamento, rotina, avaliação, disciplinas e projetos serão deslocados dos contextos pedagógicos e jogados numa atmosfera liberta dos discursos especialista-pedagógicos.

Professor: Marcelo Cunha Bueno

8 encontros, a partir de 03/04, às segundas-feiras

Horário: das 19h00 às 20h30.

10 vagas

Local

Escola Estilo de Aprender Rua Pio XI, 678, Alto da Lapa, São Paulo/SP

Público alvo

Os cursos destinam-se a interessados em discutir cultura e sociedade pelos olhares da escola. Trabalhamos a partir de referenciais teóricos importantes de cada área. Colocaremos à disposição a bibliografia de todos os textos discutidos.

 Investimento

Horas do seu dia e reflexões!

 Inscrições

A inscrição deverá ser feita pessoalmente, na secretaria da Escola, das 9h às 18h. Se preferir, faça o download da ficha de inscrição aqui e leve preenchida!

Antes de comparecer à Escola para inscrição, entre em contato conosco para ter certeza que ainda restam vagas no curso que desejar.

Para a inscrição, é necessário ter cadastro na Teia. Para isso, solicitamos uma foto 3X4 e uma cópia simples do RG.

Faça o download da ficha de cadastro aqui!

Se você já tem seu cadastro conosco, informe à secretaria no momento da inscrição, para que ela localize seu número de cadastro.

Permitimos reserva de vaga feita por telefone, das 8h às 18h, com validade de 1 dia.

Para maiores informações entre em contato pelos telefones 3644-7958 ou 3643-0100, ou pelo e-mail secretaria@estilodeaprender.com.br.

PROGRAMAÇÃO 2º SEMESTRE 2017Mais Informações

“Em breve”

 

Local

Escola Estilo de Aprender Rua Pio XI, 678, Alto da Lapa, São Paulo/SP

Público alvo

Os cursos destinam-se a interessados em discutir cultura e sociedade pelos olhares da escola. Trabalhamos a partir de referenciais teóricos importantes de cada área. Colocaremos à disposição a bibliografia de todos os textos discutidos.

 Investimento

Horas do seu dia e reflexões!

 Inscrições

A inscrição deverá ser feita pessoalmente, na secretaria da Escola, das 9h às 18h. Se preferir, faça o download da ficha de inscrição aqui e leve preenchida!

Antes de comparecer à Escola para inscrição, entre em contato conosco para ter certeza que ainda restam vagas no curso que desejar.

Para a inscrição, é necessário ter cadastro na Teia. Para isso, solicitamos uma foto 3X4 e uma cópia simples do RG.

Faça o download da ficha de cadastro aqui!

Se você já tem seu cadastro conosco, informe à secretaria no momento da inscrição, para que ela localize seu número de cadastro.

Permitimos reserva de vaga feita por telefone, das 8h às 18h, com validade de 1 dia.

Para maiores informações entre em contato pelos telefones 3644-7958 ou 3643-0100, ou pelo e-mail secretaria@estilodeaprender.com.br.

 

TUDO JUNTO E MISTURADO

Professorestudante. O que se ensinaeoqueseaprende.

Tudo junto e misturado.

Pesquisaeação.

Não se ensina o que não se sente. Não se aprende o que não te toca.

Ensinar e aprender exige cola boa. Exige liga, grampo, costura.

Escola é espaço da costura entre o que se ensina e o que se aprende.

Professor é a liga, é a cola.

Daí, a importância de estudar, de não parar de ler, de se abrir ao novo.

É assim que pensamos formação de professores e professoras na Estilo: como uma cola, uma costura que transforma pessoas pelo conhecimento, pelo saber!

CALENDÁRIO 2017

Calendario

JANEIRO

30 – Início das aulas

FEVEREIRO

27 – Recesso escolar
28 – Feriado (Carnaval)

MARÇO

ABRIL

14 – Feriado (Paixão de Cristo)
21 – Feriado (Tiradentes)

MAIO

01 – Feriado (Dia do Trabalho)

JUNHO

15 – Feriado (Corpus Christi)
16 – Recesso escolar
30 – Término das aulas

 

Calendario

JULHO

09 – Feriado (Revolução de 1932)

AGOSTO

02 – Início das aulas

SETEMBRO

07 – Feriado (Independência do Brasil)
08– Recesso escolar

OUTUBRO

12 – Feriado (Nossa Senhora Aparecida)
13 – Recesso escolar

NOVEMBRO

02 – Feriado (Finados)
03 – Recesso escolar
15 – Feriado (Proclamação da República)
20 – Feriado (Dia da Consciência Negra)

DEZEMBRO

14 – Término das aulas

 

 

CONTATO

Rua Pio XI, 678 – Alto da Lapa
São Paulo/SP – 05060-000
Telefones: 11 3643-0100 / 3836-3292 / 3644-7958 / 96051-3650

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