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DESIGN NO SUPERMERCADO

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RASTRO DA AULA DE DESIGN

DO 4º ANO AO SUPERMERCADO

 

Ao entrarmos no supermercado, transformamos o espaço cotidiano em uma sala de aula viva, onde cada prateleira se tornou uma lição e cada embalagem, uma história a ser decifrada. Esse encontro direto com o mundo real foi como abrir as portas para que as crianças percebessem o design além das cores e das formas, como um diálogo silencioso entre produto e consumidor. Nesse cenário, elas não apenas observaram, mas vivenciaram o impacto visual e emocional das embalagens, compreendendo o poder de atração que elas exercem sobre nós e refletindo sobre os valores que carregam.
As crianças tiveram a oportunidade de observar criticamente as embalagens no seu contexto real de consumo, questionando a linguagem visual e o propósito de cada detalhe, enquanto compreendiam como esses elementos influenciam as decisões do consumidor.
Esse contato direto com o ambiente comercial possibilitou que analisassem, com olhos atentos, o poder das embalagens não só como ferramentas de venda, mas também como agentes que carregam mensagens e valores culturais, sociais e ambientais. Assim, o Rastro foi uma legítima extensão do conteúdo abordado em sala, trazendo à tona o pensamento crítico de cada estudante em relação ao design e ao consumo.
Essa atividade prática reforçou uma abordagem educacional voltada para a formação integral dos estudantes, destacando a importância de compreender e praticar o design de forma holística e ética. A aula em campo não só incentivou a participação ativa dos estudantes, mas também ampliou o senso de responsabilidade e cidadania de cada um e cada uma, proporcionando uma visão mais consciente sobre o impacto das embalagens no comportamento da sociedade. Para além do aprendizado acadêmico, foi um momento valioso para desenvolverem habilidades de análise e reflexão, formando cidadãos mais atentos ao contexto em que estão inseridos.

RIOS É RUAS

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RASTRO DO 4º ANO VESPERTINO – RIOS É RUAS

 

Construíram uma cidade sobre os rios. Colocaram concreto, ruas e avenidas. Canalizaram, emparedaram e transformaram os caminhos, as curvas e o fluxo dessas águas que contam tantas histórias sobre nosso território. Tornaram os rios invisíveis, quase que imperceptíveis… se não fosse por um som de cachoeira que corre por entre bueiros e galerias. A cada 300 metros, pisamos em um rio, por entre as esquinas, morros e vielas. São Paulo, terra d’água! O 4°Ano Vespertino, para compreender a formação da nossa cidade, passou a olhar por debaixo da pedra que pisamos. Descobrimos os rios como grandes contadores de histórias: desde quando estão por aqui, os povos, fauna e flora de suas margens, o crescimento desenfreado da nossa cidade, nossa população. A partir dos rios, vamos descobrindo São Paulo e compreendendo que cidade é essa, a nossa. Para além, refletindo sobre qual cidade gostaríamos que ela fosse.
O Rastro “Rios é Ruas” se dedicou a visitar o rio Tiburtino, que corre encostado em nossa escola e vai desaguar lá no grande Tietê! Nosso caminho cuidou de escutar o que esse rio, que passa logo ao lado, tem a nos contar sobre nós mesmos. Encontramos água ainda limpa correndo por entre sarjetas, cachoeiras em bueiros, uma praça riquíssima em carambolas, nascentes dentro de casas e um esgoto que desemboca em águas translúcidas. Fizemos o percurso do rio, contornando suas curvas, compreendendo a importância de desvendá-lo para afirmar sua existência! Pelo Danilo, representante do projeto, fomos convidados a imaginar: como seria se o rio estivesse à vista? É possível recuperá-lo, trazê-lo para o nosso convívio, entrelaçando nossa paisagem? É possível! As crianças do 4° Ano foram convidadas a imaginar possíveis, para que possamos nos engajar em projetos reais de recuperação da nossa natureza, do nosso entorno! Caminho de aprendizados, crescimento e comprometimento. Assim, nosso primeiro projeto real e que nos impactou enquanto grupo foi a iniciativa de nos juntarmos para um pequeno mutirão de limpeza em uma parte da praça, por onde corre o rio Tiburtino. Em nossa primeira visita, a quantidade de lixo pelo caminho foi marcante para também fomentar a reflexão acerca do que estamos fazendo com a nossa natureza. A reflexão gerou inquietação, proporcionando um movimento de ação e comprometimento real com o espaço público, espaço que usamos com frequência e faz parte do nosso entorno. Imbuídos nessa responsabilidade, o 4º Ano passou uma tarde com sacos de lixo recolhendo diversos descartes, transformando a indignação em combustível para buscar as transformações. O impacto gerado no pequeno espaço que agimos e também gerado dentro de nós transformou-se em inspiração para continuarmos trilhando um caminho que prioriza o coletivo e se engaja com responsabilidade e amor.

ENTORNO DA ESCOLA

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RASTRO DO 2º ANO VESPERTINO AO ENTORNO DA ESCOLA

 

Realizar um passeio pelo entorno da escola foi uma oportunidade valiosa para observar e apreciar a natureza que nos cerca. Pensar e se conectar com o nosso Pindorama tão pesquisado nas aquecidas tardes e ter contato direto com o meio ambiente enriqueceu nosso aprendizado, promoveu a conscientização ambiental e fortaleceu nosso vínculo com a biodiversidade local.
Que possamos investigar, aprender e valorizar a beleza natural que nos rodeia! E recalcular rotas sobre o nosso atual consumo e vida.
 
Kelly e Gui

PRAÇA DOUTOR OTÁVIO PEREZ VELASCO

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RASTRO DO 1º ANO VESPERTINO À

PRAÇA DOUTOR OTÁVIO PEREZ VELASCO

 

Encantadas e encantados com a leitura do livro MENININHO, começamos nossa pesquisa do Discurso Relacional Brinquedos e Brincadeiras Brasileiras com um Rastro até a Praça Dr. Otávio Pérez Velasco, para brincar, lanchar e encontrar “cacarecos e cacarias”.
E, sim, fomos para além dos muros da escola a pé, atravessamos a rua pela faixa de pedestres. Assim que o farol ficou verde para nós, seguimos caminhando juntas e juntos, a nos aventurar e deixar nosso Rastro de encantamento na Praça. Foi uma delícia ocupar mais um espaço da cidade, nos conhecer cada vez mais e estreitar essa relação tão bonita de afeto entre nós.
Assim que chegamos à Praça, a natureza que nos rodeava nos permitiu brincar livres com o que lá já estava: balanços, escorregadores, trepa-trepa, descobrindo e experimentando as múltiplas linguagens que a brincadeira nos possibilita.
Foi muito primoroso ver as crianças ressignificando aqueles materiais e se relacionando com o espaço que ocupamos com muito respeito! Foi uma euforia só, corre pra lá, corre pra cá, encontra um cacareco ali e outra cacaria lá.
Como as crianças mesmas disseram, mal tínhamos chegado e nossa “caixa de cacarecos e cacarias” já estava quase cheia de gravetos, folhas e pedrinhas. A partir de agora, usaremos nossa imaginação e criatividade (que temos de sobra) para dar a esses materiais miúdos e não-estruturados novos sentidos. Um pouco de poesia e inspirações nos levarão a um bom caminho de criações!
 
Gabriela e Luana

EDITORA ÔZÉ

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RASTRO DO 2º ANO MATUTINO À EDITORA ÔZÉ

 

No dia 22/8, fomos muito bem recebidos na editora Ôzé pelo Zeco e pela Luana.
Subindo as escadas do antigo sobrado no Bixiga, conhecemos, cheios de curiosidade, a editora e também livraria Faz de Conta, sebo Itororó e biblioteca Segismundo Bruno.
No pequeno espaço, descobrimos caber uma trajetória imensa com a literatura infantil, vivida e contada pelo Zeco, e tantas histórias maravilhosas!
Apreciamos ilustrações originais! Com a Luana, abrimos no computador o arquivo de edição do livro Alcateia, de Fabíola Reis, e ouvimos, atentos, em meio a muitas risadas, o primeiro capítulo do livro “Pode me chamar de Dodô”, escrito por Daniella Michelin, que tem uma minhoca como protagonista, acreditam?!
Mas o tempo passou voando e ficamos com um gostinho de quero mais!
Convidamos vocês, familiares, a continuar essa visita, desbravando o território de incríveis histórias e de um trabalho incansável de valorização da literatura infantil.

Júlia e Priscila

FEIRA LIVRE

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RASTRO DO 3º ANO MATUTINO À FEIRA LIVRE

 

Encontros, saberes, trocas, histórias e vivências. Ir à feira trouxe ao 3° Ano estas experiências, além de possibilitar que entendam o conceito do dinheiro e seu valor em nosso dia a dia.

CINEMA

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RASTRO DO 5º ANO VESPERTINO AO CINEMA

 

O que se passa na cabeça do 5º Ano Vespertino?
Nós, do 5ºAnoV, estamos fazendo uma viagem maravilhosa no tempo. As crianças estão tendo a oportunidade de entrar em contato com memórias e experiências que viveram nessa primeira década de suas vidas. Quanta riqueza! E… que especial!!!
“O que se passa na cabeça da Riley?”. Isso nós pudemos ver no nosso último Rastro, quando fomos ao cinema para assistir “Divertida Mente 2”. O filme complementou de forma divertida e consistente as nossas aulas falando do nosso cérebro, de memórias, de como tudo isso acontece em nosso corpo…
Agora, por meio dessa maravilhosa inspiração que nos foi dada a partir do filme, estamos entendendo e registrando um pouco do que passa na cabeça de cada estudante do nosso Grupo!
E, assim, proporcionando boas experiências, vamos aumentando a chance de criarmos novas lembranças, afetos, aprendizados, vida… e o livro que estamos produzindo, “Memória, minha história!”, vai fazendo cada vez mais sentido!
O que se passa na cabeça do 5ºAnoV?
Estamos descobrindo…
 
Fê e Cau

CINEMA

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RASTRO DO 3º ANO MATUTINO AO CINEMA

 

“O que passa na cabeça da Riley?”
O estudo do cérebro nos inquietou a saber o que acontece dentro do nosso cérebro. De forma lúdica e divertida, assistir Divertida Mente 2 nos levou a hipóteses, pesquisas e saberes sobre a temática.

PRAÇA DOUTOR OTÁVIO PEREZ VELASCO

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RASTRO DO GRUPO 5 VESPERTINO À

PRAÇA DOUTOR OTÁVIO PEREZ VELASCO

 

Brincando na Praça Junina
 
– Crianças, vamos brincar na Praça da Festa Junina?
– Siiiimmm!
 
E lá fomos nós, caminhando até a Praça Dr. Octavio Perez Velasco, onde fazemos a Festa Junina da Estilo de Aprender todos os anos. É um trajeto curto, pois a Praça é bem próxima da Escola, mas, mesmo assim, não deixa de ser uma pequena grande aventura. Vamos observando a cidade, as pessoas, a natureza, os detalhes do caminho…
Ao chegar lá, nos sentamos em roda e conversamos um pouco. Falamos sobre a Festa Junina, que aconteceria dentro de alguns dias, falamos também sobre a oportunidade de poder brincar na Praça e se conectar com a natureza. Fizemos os combinados e cada um e cada uma foi aproveitar seu momento, correndo, pulando, brincando juntos, contemplando, construindo etc.
Estar com as crianças em um espaço público é realmente uma oportunidade de brincar e aproveitar, mas também é uma forma de resistência. Ocupar a cidade com a infância é democrático, é muito importante, muito legal e também bastante necessário. Depois de muitas bagunças e brincadeiras, voltamos para a nossa querida Estilo.
 
Viva a infância e as comemorações juninas!
Abraços do Rex, Léia, Marcos e Vivi.

PRAÇA DOUTOR OTÁVIO PEREZ VELASCO

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RASTRO DAS OFICINAS À

PRAÇA DOUTOR OTÁVIO PEREZ VELASCO

 

Uma quinta-feira ensolarada, um perfeito convite para sairmos e movimentarmos nossos corpos para além dos muros da escola. Lá fomos nós, sedentos e sedentas por (Re)explorarmos aquele espaço muito conhecido, a nossa Praça!
Praça essa que é convite para a brincadeira, saberes, que nos convoca mais uma vez ao brincar.
Jogamos bola, brincamos em seus brinquedos, nos sentamos para conversar, cantar e, ainda, partilhamos um delicioso piquenique.
Como foi sabiamente dito por um estudante: ”Ah, esse foi um dia perfeito!”.